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Sentado à porta da minha choupana,
Com a alma cansada e dolorida,
De pensamentos mil embebecida,
Sublime efeito desta essência humana!
E absorto na ilusão que a alma engana,
Eu tento ver qualquer coisa perdida,
Coisa irreal, talvez indefinida,
No místico sol-pôr, na luta insana.
E, absorvido por vâs recordações,
Cujo saber eu fruo com saudade,
Eu construo castelos de ilusões...
...Mas, quando sou chamado à realidade,
Vejo ruir as frágeis construções
Que idealizei fundadas na verdade!...
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